Publicado em: 13/03/19
Seminário sobre Marxismo e Questão Feminina acontecerá no Auditório da UNIR/Centro, nesta quinta-feira


   

    O Grupo de Estudos e Pesquisas. "História, Sociedade e Educação no Brasil" (HISTEDBR/UNIR) e a Executiva Rondoniense de Estudantes de Pedagogia (ExROEPe) realizam na próxima quinta-feira, 14, às 19h, no Auditório da UNIR-CENTRO, o Seminário MARXISMO E QUESTÃO FEMININA, que terá a palestra da Professora Doutora Marilsa Miranda de Souza, do Programa de 
Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação da Fundação Universidade Federal de Rondônia 
(PPGE/UNIR), seguida de debate acerca da relação entre a teoria Marxista e Questão Feminina.

    Os organizadores do evento, que é alusivo ao Dia Internacional da Mulher Trabalhadora (08 de Março), esperam entre outras temáticas relacionar a questão da origem e o histórico da opressão feminina, bem como problematizar as lutas atuais acerca da emancipação da mulher e das relações de exploração existentes na sociedade de classes.


    Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 1 estupro a cada 11 minutos em 2015. Segundo o  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), cerca de 70% das vítimas de estupro são crianças e adolescentes. Dados do Ministério da Saúde de 2016 apontam que há em média 10 estupros coletivos notificados todos os dias no sistema de saúde do país. Na cidade de São Paulo há 1 estupro em local público a cada 11 horas. Outros estudos estimam que os números oficiais representam apenas 10% do total dos casos que realmente acontecem. Ou seja, o Brasil pode ter a medieval taxa de quase meio milhão de estupros a cada ano.

    Segundo divulgou o Movimento Feminino Popular (MFP) nos últimos anos houve um aumento vertiginoso de todo tipo de violência contra a mulher. Espancamentos, estupros efetivados com todo o tipo de crueldade contra mulheres adultas, jovens e crianças. O Brasil é o quinto país do mundo no ranking mundial da prática de feminicídio. Entre 2003 e 2013 o número de mulheres mortas de forma violenta em todo o Brasil aumentou 21%, passando de 3.937 para 4.762. São 13 mortes violentas de mulheres por dia (números do mapa da violência contra a mulher – 2015). Conforme o Marxismo, a origem e causa da opressão feminina é a propriedade privada e divisão da sociedade em classes antagônicas, que se baseia na exploração e opressão. Por esse motivo, somente a erradicação completa desses fatores e sua substituição por novas relações de produção, baseadas na propriedade coletiva dos meios de produção social e de distribuição da riqueza pode conduzir a emancipação das mulheres ao emancipar politicamente a classe operária e demais massas trabalhadoras.

    O seminário terá Carga Horária de três horas. As inscrições são gratuitas e serão realizadas a partir das 18h45. Outras informações podem ser solicitadas por meio do e-mail  unirhistedbr@gmail.com



Fonte: UNIR

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