Publicado em: 17/02/21
Pesquisadores da UNIR participam de estudo publicado na revista Nature


Felipe Souza Nogueira Lima e Tárcio Peixoto Roca, ambos mestrandos no Programa de Pós-Graduação em Biologia Experimental (PGBIOEXP) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), participaram da publicação de artigo intitulado "SARS-CoV-2 genomic surveillance in Rondônia, Brazilian Western Amazon" ("Vigilância genômica SARS-CoV-2 em Rondônia, Amazônia Ocidental brasileira", em tradução livre), publicado na revista britânica Nature, em 12 de fevereiro.



O artigo aborda a rapidez com que o vírus SARS-CoV-2, causador da COVID-19, se espalhou pelo mundo. Segundo os autores do estudo, o Brasil segue sendo considerado um epicentro da pandemia com a região Norte do país possuindo, atualmente, o segundo maior coeficiente de incidência, bem como a terceira maior taxa de mortalidade do país. O estudo teve como objetivo investigar informações sobre a história evolutiva da disseminação da epidemia e aspectos genéticos de cepas isoladas na Amazônia Ocidental, no Estado de Rondônia, Brasil.



Para acessar o artigo, basta clicar aqui.






Abaixo, uma tradução livre do resumo do artigo em português:



O SARS-CoV-2 se espalhou rapidamente pelo mundo, sendo o Brasil atualmente considerado um epicentro da pandemia. A região Norte tem o segundo maior coeficiente de incidência, bem como a terceira maior taxa de mortalidade do país. Este estudo teve como objetivo investigar informações sobre a história evolutiva da propagação da epidemia e aspectos genéticos de cepas isoladas na Amazônia Ocidental, no Estado de Rondônia, Brasil. Foi possível detectar um total de 22 mutações. Algumas dessas alterações podem estar possivelmente relacionadas aos efeitos sobre a transmissibilidade, a fidelidade da replicação do RNA, a capacidade dos pacientes com câncer de responder à infecção, além de uma mutação que surgiu após a introdução do SARS-CoV-2 em Rondônia. Pelo menos dois eventos de introdução foram detectados, correspondendo às linhagens europeias B.1 e B.1.1. Uma introdução foi observada possivelmente através da Argentina, onde se originaram linhagens que circularam nos estados brasileiros de Minas Gerais e Ceará, antes de Rondônia (B.1.), bem como através do estado de Minas Gerais e do Distrito Federal, o que deu origem a linhagens que se espalharam para Rondônia, da capital para partes mais rurais do estado (B.1.1.). Os resultados mostram a necessidade de monitorar a epidemiologia genética da COVID-19, a fim de vigiar a evolução, dispersão e diversidade do vírus.



Fonte: UNIR

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