Publicado em: 03/05/2019 16:53:40.408
O Núcleo de Saúde (NUSAU) da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) realizou um debate no formato de mesa redonda na terça-feira, 30 de abril, no auditório da instituição no centro de Porto Velho. A temática debatida no encontro foi "Gestão de Riscos Ocupacionais", em alusão ao Abril Verde e à Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho.
O evento foi mediado pela líder da UNIR no Centro de Estudos e Pesquisa em Saúde Mental e Trabalho na Amazônia, (CEPEST/UNIR), professora doutora Vanderleia de Lurdes Dal Castel Schlindweint, e contou com a presença do diretor no NUSAU/UNIR, professor doutor José Juliano Cedaro, da procuradora Chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Rondônia e Acre, Camilla Holanda Mendes da Rocha, do coordenador do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST/RO),
José Maria da Frota, da Coordenadora da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora do Conselho Estadual de Saúde de Rondônia (CES/RO), Elzilene do Nascimento Pereira, de Izadora Rodrigues de Andrade, da gerência Técnica de Vigilância em Saúde do Trabalhador (GTVISAT/AGEVISA), da gerente e engenheira de segurança do trabalho da Diretoria de Gestão de Pessoal da UNIR, Camila Lima Chaves Oliveira, de Raimundo Nonato Soares, do Conselho Estadual de Saúde de Rondônia, além de servidores da UNIR, comunidade acadêmica e outros convidados.
Entre as informações apresentadas na mesa redonda sobre Gestão de Riscos Ocupacionais, de acordo com os dados do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, no período de 2012 a 2019, houve 17 mil acidentes fatais (1 vítima fatal a cada 3 horas), 6 mortes a cada 100 mil contratos formais, 4,6 milhões de acidentes registrados (1 a cada 48 segundos) e R$ 80 bilhões com gastos, os quais representam 4% do PIB do ano de 2017. De modo complementar, foi enfatizado que acidentes são causados principalmente por máquinas e equipamentos (15,15%), em atividades de atendimento hospitalar (9%), sendo os membros superiores os mais atingidos (41%).